Não escale o seu marketing de influência sem entender isso

Quando a escala de criadores de conteúdo faz sentido Introdução Você tem uma estrutura mínima de marketing, trabalha com geração de conteúdo, tem uma linha…

William Freitas
William FreitasHead of Growth
Atualizado em 6 min de leitura

Escala

Quando a escala de criadores de conteúdo faz sentido

Introdução

Você tem uma estrutura mínima de marketing, trabalha com geração de conteúdo, tem uma linha editorial, patrocina eventos e todos vão na mesma direção, mas na hora de contratar criadores, eles são tratados como verba teste, tem pouca importância e tomam outra direção do restante das iniciativas de marketing.

Talvez até tenham a mesma direção, mas você não soube identificar o papel exato dos criadores e não entende a função deles dentro do seu funil.

Algum desses contextos fez sentido na sua realidade? Se sim, convido a entender como a Conty absorveu as melhores práticas de mercado sendo a infraestrutura de escala de criadores das maiores agências e empresas do Brasil.


Diferenças entre marketing de influência controlado x escalado

Ter 20-30 influenciadores, todos alinhados, com uma comunicação direta do seu operador ou sua é uma tarefa que apesar de ser difícil, tem como colocar em prática. Mas já imaginou como seria prospectar e contratar 1.000 criadores de conteúdo, gerir eles e emitir os pagamentos?

Chamar um a um na unha, colocar todos em um grupo de WhatsApp ou Telegram, gerir por plataformas de gestão genéricas como ClickUp ou Excel e pagar individualmente cada um deles é a alternativa para praticamente todas as empresas do mercado.

Existe um abismo entre ter 20 criadores e ter 1.000 e essa é a principal diferença, a operação começa a ficar problemática e você precisa ter certeza de que a estratégia vai funcionar.


Qual o papel dos creators no meu marketing

Toda empresa minimamente organizada tem uma estratégia de marketing, entende seus pilares de conteúdo, trabalha com linha editorial, PRs e conta uma história. Na prática isso aparece em marketing de conteúdo, mídia paga, eventos, patrocínios e outros canais de aquisição, todos na mesma direção com o mesmo objetivo.

O problema é que a maioria das empresas trata criadores como algo paralelo, pouco conectado ou até mesmo sem conexão com o restante do marketing, o resultado é um esforço tremendo para nenhum resultado.

De início é fundamental entender a função dos criadores para saber onde posicioná-los na sua estratégia:

  • Topo de funil — é onde eles geram visualizações qualificadas e você pode explorar conteúdos como cortes de clipadores, campanhas de react, contratar creators pagando por número de views que geram.
  • Meio de funil — os criadores começam a emprestar a sua credibilidade usando ela para elevar o nível de consciência do público, facilitando a chegada ao fundo do funil. É muito comum campanhas com mais de um conteúdo por criador, comunidades com incentivos maiores e alinhamento estratégico mais claro.
  • Fundo de funil — vira a geração de demanda da empresa; campanhas com conteúdos transmitindo diferenciais da empresa, ofertas e CTAs claros se tornam o padrão e afiliados começam a se tornar um canal potente.

Marketing de influência em escala como topo de funil

Quer queimar dinheiro de maneira rápida? Contrate 1.000 influenciadores sem estratégia nenhuma. Tem uma estratégia bem definida e sabe qual o papel do creator nela? Esteja pronto para ter um dos melhores canais de mídia. Vou provar isso com cases reais.

Case 1 — Empresa de dermo-cosméticos

O planejamento da marca envolveu 4 canais de mídia/aquisição: creators, patrocínio em rede nacional, geração de conteúdo e mídia paga.

Primeiro houve uma ativação por mídias sociais da marca apresentando o lançamento. O conteúdo orgânico abriu as divulgações nos perfis oficiais e foi replicado por toda a rede de franquias, criando a primeira camada de awareness com custo praticamente zero e preparando o público para o que vinha a seguir.

Na sequência veio o movimento de massa: uma publicidade em rede nacional, veiculada no intervalo da novela das 9, com milhões de pessoas assistindo ao mesmo tempo. A maioria das marcas pararia por aí e trataria a TV como o ápice da campanha. Aqui, ela foi tratada como gatilho.

Uma semana após a inserção na novela, 500 conteúdos foram lançados no TikTok, com criadores de diferentes tamanhos publicando com o produto físico em mãos, uma operação que rodou sobre a infraestrutura da Conty. O efeito colateral (e proposital) dessa onda foi preencher a barra de busca do TikTok: quem pesquisava o produto encontrava centenas de pessoas diferentes falando sobre ele ao mesmo tempo, gerando prova social imediata para quem acabava de ver a marca na TV.

Para fechar o ciclo, entraram as campanhas de Meta Ads, capturando toda a demanda gerada pelos canais anteriores e convertendo o público já aquecido em volume de vendas.

Resultado: milhões de visualizações e 500 criadores com produto físico em mãos em apenas 7 dias de campanha, com uma única pessoa operando tudo. É o tipo de escala que só existe quando a infraestrutura foi construída para isso.

Case 2 — Empresa B2B do nicho de esportes

Se o primeiro case mostra criadores como amplificadores de um grande lançamento, esse mostra uma estratégia de aquisição mais agressiva, sustentada por um alto número de criadores ativos ao mesmo tempo.

A operação combinou Meta Ads, Reels em collab com os criadores, stories, conteúdo orgânico no perfil próprio da marca e patrocínios a atletas e eventos, tudo rodando em paralelo, não em fases.

O grande trunfo foi a percepção de volume. Com dezenas de criadores falando do produto ao mesmo tempo nos stories, quem acompanhava a marca tinha a sensação de excesso de demanda: todo mundo parecia estar usando. E como a página de vendas estava a apenas um clique de distância nos stories, essa percepção se convertia em acesso imediato, sem fricção.

Os patrocínios fecharam o loop com profundidade: os próprios criadores divulgavam os eventos patrocinados pela marca, enquanto os atletas patrocinados também eram criadores de conteúdo da empresa. Cada canal alimentava o outro — o evento dava assunto para o criador, o criador dava audiência para o evento, e o atleta unia as duas pontas com credibilidade.

Resultado: a empresa cresceu 5 vezes em apenas um mês, com um custo por lead de R$ 0,92.


A operação deixa de ser um problema

Como foi citado anteriormente, a fricção operacional é altíssima e a capacidade de conteúdo postado por dia por operador fica em torno de 8 a 10.

Entende-se que um operador cuida de aprovação e alinhamento estratégico com os criadores, dúvidas e comunicações, aprovação de conteúdo, captura de dados e demonstração de resultados.

A Conty viabiliza a escala e facilita o processo do operador lidando de maneira automática com contrato, distribuição de briefing, captura de dados de postagens e simplifica o processo em diversas outras áreas.

O resultado é claro:

CenárioConteúdos aprovados por dia / operador
Sem Conty8 a 10
Com Conty100

No contexto de uma campanha com 1.000 criadores, estamos falando de uma pessoa gerir as entregas em 10 dias.

Sem a Conty, seriam 10 pessoas ou a entrega demoraria mais de 100 dias.

A questão não é só capacidade operacional, mas a sua equipe deixa de fazer trabalhos mecânicos que levam ao burnout e passam a contribuir estrategicamente para a campanha.


Acesse a Conty pelo link: appconty.com/pt/signup/marcas

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O conteúdo publicado neste blog tem caráter informativo e não constitui assessoria jurídica, financeira ou de investimento. Campanhas, pagamentos e métricas variam conforme perfil de marca, creator e condições de mercado. Resultados passados não garantem desempenho futuro.

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