Não escale o seu marketing de influência sem entender isso
Quando a escala de criadores de conteúdo faz sentido Introdução Você tem uma estrutura mínima de marketing, trabalha com geração de conteúdo, tem uma linha…

Quando a escala de criadores de conteúdo faz sentido
Introdução
Você tem uma estrutura mínima de marketing, trabalha com geração de conteúdo, tem uma linha editorial, patrocina eventos e todos vão na mesma direção, mas na hora de contratar criadores, eles são tratados como verba teste, tem pouca importância e tomam outra direção do restante das iniciativas de marketing.
Talvez até tenham a mesma direção, mas você não soube identificar o papel exato dos criadores e não entende a função deles dentro do seu funil.
Algum desses contextos fez sentido na sua realidade? Se sim, convido a entender como a Conty absorveu as melhores práticas de mercado sendo a infraestrutura de escala de criadores das maiores agências e empresas do Brasil.
Diferenças entre marketing de influência controlado x escalado
Ter 20-30 influenciadores, todos alinhados, com uma comunicação direta do seu operador ou sua é uma tarefa que apesar de ser difícil, tem como colocar em prática. Mas já imaginou como seria prospectar e contratar 1.000 criadores de conteúdo, gerir eles e emitir os pagamentos?
Chamar um a um na unha, colocar todos em um grupo de WhatsApp ou Telegram, gerir por plataformas de gestão genéricas como ClickUp ou Excel e pagar individualmente cada um deles é a alternativa para praticamente todas as empresas do mercado.
Existe um abismo entre ter 20 criadores e ter 1.000 e essa é a principal diferença, a operação começa a ficar problemática e você precisa ter certeza de que a estratégia vai funcionar.
Qual o papel dos creators no meu marketing
Toda empresa minimamente organizada tem uma estratégia de marketing, entende seus pilares de conteúdo, trabalha com linha editorial, PRs e conta uma história. Na prática isso aparece em marketing de conteúdo, mídia paga, eventos, patrocínios e outros canais de aquisição, todos na mesma direção com o mesmo objetivo.
O problema é que a maioria das empresas trata criadores como algo paralelo, pouco conectado ou até mesmo sem conexão com o restante do marketing, o resultado é um esforço tremendo para nenhum resultado.
De início é fundamental entender a função dos criadores para saber onde posicioná-los na sua estratégia:
- Topo de funil — é onde eles geram visualizações qualificadas e você pode explorar conteúdos como cortes de clipadores, campanhas de react, contratar creators pagando por número de views que geram.
- Meio de funil — os criadores começam a emprestar a sua credibilidade usando ela para elevar o nível de consciência do público, facilitando a chegada ao fundo do funil. É muito comum campanhas com mais de um conteúdo por criador, comunidades com incentivos maiores e alinhamento estratégico mais claro.
- Fundo de funil — vira a geração de demanda da empresa; campanhas com conteúdos transmitindo diferenciais da empresa, ofertas e CTAs claros se tornam o padrão e afiliados começam a se tornar um canal potente.
Marketing de influência em escala como topo de funil
Quer queimar dinheiro de maneira rápida? Contrate 1.000 influenciadores sem estratégia nenhuma. Tem uma estratégia bem definida e sabe qual o papel do creator nela? Esteja pronto para ter um dos melhores canais de mídia. Vou provar isso com cases reais.
Case 1 — Empresa de dermo-cosméticos
O planejamento da marca envolveu 4 canais de mídia/aquisição: creators, patrocínio em rede nacional, geração de conteúdo e mídia paga.
Primeiro houve uma ativação por mídias sociais da marca apresentando o lançamento. O conteúdo orgânico abriu as divulgações nos perfis oficiais e foi replicado por toda a rede de franquias, criando a primeira camada de awareness com custo praticamente zero e preparando o público para o que vinha a seguir.
Na sequência veio o movimento de massa: uma publicidade em rede nacional, veiculada no intervalo da novela das 9, com milhões de pessoas assistindo ao mesmo tempo. A maioria das marcas pararia por aí e trataria a TV como o ápice da campanha. Aqui, ela foi tratada como gatilho.
Uma semana após a inserção na novela, 500 conteúdos foram lançados no TikTok, com criadores de diferentes tamanhos publicando com o produto físico em mãos, uma operação que rodou sobre a infraestrutura da Conty. O efeito colateral (e proposital) dessa onda foi preencher a barra de busca do TikTok: quem pesquisava o produto encontrava centenas de pessoas diferentes falando sobre ele ao mesmo tempo, gerando prova social imediata para quem acabava de ver a marca na TV.
Para fechar o ciclo, entraram as campanhas de Meta Ads, capturando toda a demanda gerada pelos canais anteriores e convertendo o público já aquecido em volume de vendas.
Resultado: milhões de visualizações e 500 criadores com produto físico em mãos em apenas 7 dias de campanha, com uma única pessoa operando tudo. É o tipo de escala que só existe quando a infraestrutura foi construída para isso.
Case 2 — Empresa B2B do nicho de esportes
Se o primeiro case mostra criadores como amplificadores de um grande lançamento, esse mostra uma estratégia de aquisição mais agressiva, sustentada por um alto número de criadores ativos ao mesmo tempo.
A operação combinou Meta Ads, Reels em collab com os criadores, stories, conteúdo orgânico no perfil próprio da marca e patrocínios a atletas e eventos, tudo rodando em paralelo, não em fases.
O grande trunfo foi a percepção de volume. Com dezenas de criadores falando do produto ao mesmo tempo nos stories, quem acompanhava a marca tinha a sensação de excesso de demanda: todo mundo parecia estar usando. E como a página de vendas estava a apenas um clique de distância nos stories, essa percepção se convertia em acesso imediato, sem fricção.
Os patrocínios fecharam o loop com profundidade: os próprios criadores divulgavam os eventos patrocinados pela marca, enquanto os atletas patrocinados também eram criadores de conteúdo da empresa. Cada canal alimentava o outro — o evento dava assunto para o criador, o criador dava audiência para o evento, e o atleta unia as duas pontas com credibilidade.
Resultado: a empresa cresceu 5 vezes em apenas um mês, com um custo por lead de R$ 0,92.
A operação deixa de ser um problema
Como foi citado anteriormente, a fricção operacional é altíssima e a capacidade de conteúdo postado por dia por operador fica em torno de 8 a 10.
Entende-se que um operador cuida de aprovação e alinhamento estratégico com os criadores, dúvidas e comunicações, aprovação de conteúdo, captura de dados e demonstração de resultados.
A Conty viabiliza a escala e facilita o processo do operador lidando de maneira automática com contrato, distribuição de briefing, captura de dados de postagens e simplifica o processo em diversas outras áreas.
O resultado é claro:
| Cenário | Conteúdos aprovados por dia / operador |
|---|---|
| Sem Conty | 8 a 10 |
| Com Conty | 100 |
No contexto de uma campanha com 1.000 criadores, estamos falando de uma pessoa gerir as entregas em 10 dias.
Sem a Conty, seriam 10 pessoas ou a entrega demoraria mais de 100 dias.
A questão não é só capacidade operacional, mas a sua equipe deixa de fazer trabalhos mecânicos que levam ao burnout e passam a contribuir estrategicamente para a campanha.
Acesse a Conty pelo link: appconty.com/pt/signup/marcas